Entre universidade e ONGs, Marabá constrói redes de apoio à população LGBTI+
Segundo a publicação de Correio de Carajás, Redes de apoio formadas por universidades, organizações da sociedade civil e iniciativas comunitárias têm garantido acolhimento, cuidado e possibilidades de permanência à população LGBTI+ em Marabá, no sudeste do Pará, interior da Amazônia.
Na rotina da cidade, medidas administrativas, obras e serviços públicos impactam diretamente a vida do morador. Acompanhar essas atualizações ajuda a entender prazos, atendimento e como acessar os serviços disponíveis.
Pontos principais:
- Em um contexto ainda marcado pelo conservadorismo e pela ausência de políticas públicas sólidas, essas ações têm sido fundamentais para proteger a saúde mental e afirmar o direito de viver com dignidade.
- Produzida na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), a pesquisa “Estresse de minoria em pessoas trans e não‑binárias” ajuda compreender os impactos da transfobia na saúde mental da comunidade queer, mas também reforça o papel do apoio social como fator de proteção dessa população.
- Esse movimento se conecta diretamente com iniciativas que já atuam no município, dentro e fora do ambiente acadêmico.
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